Descarrego



Parece-me  que estão tentando entender uma Senhora sádica com experiência e com gana de sacrificar cadelas que se mostram rebeldes, isso já passou do limite tolerável, eu sei quem sou, e sei como colocar uma coleira, seus vermes, dessa forma, qualquer candidato a rastejar a meus pés, mendigar minha atenção, desejar ser currado severamente por uma inversora com sede de dominar, deve estar apto a ficar de 4 perante mim, eu não vivo de brisa, nem de teoria, eu tenho escravos e candidatos,  portanto não sou eu quem devo me adaptar a suas vontades e críticas, meus animais são vocês que têm que latir muito para poder vir de rastejando implorar minha atenção, sentir o estalar do meu chicote e implorar para darem-se por completo a mim, sua dona e senhora do castelo, portanto, saibam que tudo tem um preço e disso eu não abro mão para ninguém, não sou rica, mas sou poderosa, não tenho posses, mas tenho um macho em mim que dobro qualquer ser inferior que ainda pensa que pode ser homem tenho uma necessidade, de domina-los, de traze-los de 4 para me servir,  currar,  inverter e para isso exijo o mínimo de respeito  a minhas leis ou as sigam ou sigam em frente com outras adestradoras com paciência, pois a minha já terminou.
Por senhora do castelo


Cadelas são cadelas.



Todos sabem que minha prática preferida é a inversão e vira e meche aparecem mulheres implorando para que eu as aceite como escravas. Eu não tenho nada contra, pois em minha concepção, escravos, cadelas ou sub-humanos tem o mesmo tratamento, uso como capacho em que eu piso, cuspo e prendo no canil. Homens são minha preferência, pois a inversão é a prática da humilhação em tornar um macho em uma mulherzinha nas minhas mãos, para serem currados, chicoteados e usados quando, onde e quanto tempo eu desejar.
Quando me perguntam se minha prática não entra a desumanização eu respondo prontamente um grande não, imagine desumanizar uma pessoa e tratá-la como animal? Como um objeto? Nada disso, pois animal a gente cuida, dá carinho e alimento e jamais maltrata, mas meus escravos eu tenho um prazer sádico insaciável de fazê-los sofrerem, de pisar forte e ouvir seus gemidos, de castigá-los, pendurados numa torre enquanto eu durmo e se for acordada por algum desses seres que usam minha coleira, coitados, pois sofrerão a fúria da sua dona empunhando meu chicote e por isso o medo os fazem ficarem quietinhos velando o sono da sua rainha.
Por isso e nesse sentido, eu não chamo de desumanização, já que animal é muito bem tratado e minhas cadelas são literalmente lacerados pelas minhas mãos, xingados até chorarem ou humilhados comendo ração da minha boca enquanto eu tenho uma refeição como deusa tranquilamente. Quem viu um vídeo onde eu realizo um play com um casal de cadelas, viram eu brincando de forma pueril jogando a bolinha para buscarem se arrastando como vermes  chão aos meus pés, mas não viram quando eu os amarrei de mãos unidas para o alto e com meu chicote de várias tiras de couro, comeu suas peles e para humilhar mais eu obrigava a contar cada lambada que eu metia em seus corpos cansados de gatinhar de 4, a posição que jamais deveriam sair. Para meu encanto, quando eu relato essas torturas aparecem mais e mais sub-raças desejando a minha mão pesada nas suas caras e imploram para serem torturados como esse casal de cães sarnentos. Claro que eles dormem no chão gelado e duro enquanto eu descanso meus braços de tanto spank e meu corpo de tanto currar, que prazer.
Como perceberam, a mais nova aquisição do meu canil é fêmea e poderiam falar que não é inversão e que existe algo estranho por ser uma mulher. Não é inversão, realmente, seria pegging com uso de strapon e do mais nada, não vejo a questão de ser mulher ou homem na minha dominação ter alguma conotação de homossexualidade, nem de desumanização, pois quando estão subjugados são meramente seres servis para que eu os use como eu desejar, são escravos sem direitos além do que já foi acordado. Eu sou sádica, sou inversora e mesmo sendo uma mulher, o sadismo fala mais alto e o desejo de tornar uma massa de moldar nas minhas mãos vem além do sexo masculino ou feminino, portanto, não tem nenhuma conotação de lesbianismo, não que eu tenha algo contra, mas é bom frisar que eu não mudei minhas preferências, se é inversão, eu tenho que usar, sim usar mesmo e esse é o termo, usar homens, porque eu os humilho ao ponto de torná-los uma linda mulherzinha que vem beijar meu cacete e lamber minhas mãos como cadelas, mas esse desafio de dominar uma fêmea mostrou a minha disponibilidade de verter no meu chicote alguém do meu sexo e, ai sim, desumanizar, humilhar e ser convertida a um animal comendo nas minhas mãos.

Por Senhora do Castelo

Desumanização - Despersonalização



Dentro do que chamamos de D/s, que se trata de uma prática basicamente mental, psicológica, a busca do submisso é justamente ser desumanizado pelo Top, portanto, exige muita competência desse Top em colocar seu sub em condições desumanas, mas temos que lembrar que temos três aspectos distintos no que se refere a essa modalidade:
1)        Despersonalização, que consiste em mantê-lo como ser humano, mas num patamar de inferioridade em relação a todos e submisso a apenas um como escravo ou submisso. Dessa forma envolve xingamentos como verme, puta, estrupício, imprestável ele sente tesão em ser nomeado como algo sujo, inferior, inútil, ele se despe de sua personalidade e de seus valores para assumir aquele prazer em ser tratado como um pequeno nada. Essas humilhações verbais podem ser aplicadas nas práticas de Servidão doméstica ou servidão consensual, Castidade forcada do submisso, Humilhação erótica e Servidão sexual.
2)        Desumanização que seria tornar o bottom em algo que não é humano, o mais conhecido é justamente o ponyplay ou o petplay. Nesse caso, o sub é tratado como um animal de estimação, dormindo como um animal, comendo no chão, se comportando como animal de 4 patas ou rastejante e o principal e controverso, não verbalizando como humanos, mas somente emitindo sons do bicho que se converteu e para tanto, deve-se atentar muito com o modo de interromper a cena com algum tipo de sinal substituindo o safe Word, já que se ele falar, perde todo o contexto da desumanização.
        3)        Objetificação que seria transformar o submisso em um objeto inanimado, como um descanso para pés (rest feet), mobília, cinzeiro e o que mais eles gostam de ouvir seus Tops chamarem: Capacho. No site “Cantinho da Eve” ela cita a forniphilia o fetiche de mobília, ou furniture fetish em inglês o bottom passa a ser um objeto que terá utilidade para seu Top, não falam e nem se movem, mas não são providas de vida. Logo, toda a ação da mobília vai consistir no Top montando-a. Coisas muito legais é quando sou um rest feet e a domme fala, não está bom, fique mais baixo, mova-se para o lado, enfim, uma mobília que vai se adequar ao conforto do Top ou também o contrário, mesa de centro, por exemplo, onde eu devo ficar absolutamente imóvel e ela colocará copos, pratos e garrafas para uma refeição, me arrumando, organizando para que eu possa sustentar, segurar, equilibrar...
Por Senhora do Castelo.

Refletindo sobre o prazer da dor.



Antes de iniciar meu tour de férias, gostaria de trazer um diálogo entre mim e meu professor que fez indicação do livro Objeto do Prazer do Professor Dr. Osvaldo Rodrigues Jr.
Existe um capítulo sobre sadomasoquismo e esse é o foco de minhas pesquisas teóricas e certamente nada me surpreendeu, além de trazer uma reflexão das minhas aulas teóricas confrontadas com a minha vida prática de mais de 20 anos com meus submissos e, portanto, vamos lá...
Nesse texto, temos a presença de um psicanalista que é um dos que mais pesquisou o sadomasoquismo, não se fala em BDSM, mas está totalmente implícito, nas falas do autor (Rodrigues Jr) nas suas considerações finais e o que me chama para esse debate é o fato do psicanalista Stoller questionar que não existe “instinto de sofrer”, que isso é anti-natural, que não existir uma pulsão sadomasoquista como Freud já abordou exaustivamente em seus textos.
Stoller diz que o indivíduo tem incapacidade de se livrar do trauma infantil que viveu, revivendo-o concretamente, seguindo o pensamento psicanalítico de seu autor de referência Sigmund Freud, já falamos diversas vezes sobre isso aqui nesse blog. Uma questão universal para o homem de buscar entender a razão lógica de alguém se entregar aos prazeres do sadomasoquismo e já debatemos muito quando postei textos da teoria comportamentalista (Behaviorismo) e que a melhor explicação ainda é a de Freud. Dessa forma eu prestei muita atenção nessa colocação, já que ele é freudiano e de certa forma ele está indo contrário ao que o mestre falou e escreveu. Acredito que ainda precisam de muitos mais estudos e mais aprofundamento sobre o assunto para eu poder considerar o que ele disse, já é sabido que o sadomasoquismo ainda faz parte do cid 10 de doenças psiquiátricas no DSM 4, manual dos EUA, embora isso me espanta, porque fica uma visão negativa do BDSM, mesmo com um site que busca retirar nossa prática no ReviseF64.
A questão desse capítulo é entender a origem do BDSM, não só na visão de Stoller, mas do Professor Oswaldo Rodrigue Jr. Como surgiu o BDSM?
O livro todo tem teor informativo, onde ele fala do contexto histórico de práticas sexuais em geral, aborda uma visão psicanalítica, retoma a questão da repressão, da punição por se deixar levar por tais instintos/pulsões como queira chamar, o Dr. Oswaldo busca desmistificar uma visão patológica ou como desvio sexual de todas as formas, tenta dizer ao público e profissionais até onde uma prática está dentro da normalidade e o que é patológico, buscando embasamento cientifico ao longo da história e  por pesquisas de campo, porém,  ele conta sobre as variações sexuais ou desvios, bem como os objetos do prazer. Tudo que está no capítulo é o que pratico de forma rotineira nessa minha vida depois que eu me reconheci Sádica/Dominadora. Até aí não vi novidade nenhuma. Mas se me escapou alguma coisa foi o fato da definição atual do que é Sadomasoquismo: É uma fantasia? É um desvio? Porque ainda está no DSM4 e no código internacional de doenças?
Começamos com a primeira: ...é uma fantasia? Eu tive mais de 400 homens que se entregaram a mim, seja por um curto período de tempo de uma sessão (mínimo de duas horas) ou por longos períodos (um ano, como por exemplo, bruno castelo) e jamais saíram de seus personagens, aliás alguns mantêm a mesma postura ao falar comigo até hoje, porque seguem a liturgia ou porque o são assim? Pouquíssimos que mantiveram contato comigo nesses anos que domino no real mudaram de postura e a esmagadora maioria ainda mantém contato periodicamente no meu chat desde que os dominei e refiro-me á submissos que dominei há mais de 10 anos atrás, que permanecem submissos, mesmo que não a mim, mas por outras que se casaram ou se entregaram, porque sentem necessidade de serem dominados. Hoje eu não posso responder a essa pergunta objetivamente ou de forma categórica sem respaldo científico e tudo depende de que forma se olha para o bdsm, se o olhar como comércio, produtor de fetiches e a realização, sim é uma fantasia, se olhar como uma alma submissa que tem necessidade de controle, de ser preso, amarrado, espancado, controlado, não pode ser de forma alguma uma fantasia, pois do contrário não se sentem vivos e eu pessoalmente não acredito ser e como eu falei, somente um estudo aprofundado, muita leitura, eu poderia esboçar algum pensamento concreto e objetivo sobre um assunto tão complexo que envolve o lado mais obscuro do ser humano, esse mesmo ser sofre forte repressão desde seu nascimento, precisaria se levar em conta todo o processo histórico de quem o percebe e fala dele, enfim, não sei responder e o livro não me ajudou nisso.
Estou lendo Freud o texto “Totem e tabu”, porque eu acabei de estudar nesse semestre e achei muito importante para minha formação, não sei, as vezes identifico comportamentos dos meus submissos muito semelhantes ao que Freud cita lá.
Então para vocês não terem uma crise de abstinência dos meus posts, fica aqui essa reflexão, mas preciso que debatam, comentem para que eu sinta mais necessidade de postar para vocês, pois senão... chicotes e pisadas.


Por senhora do Castelo 4.0.

Vontade de poder


Nietzsche escreveu depois de assistir o desfile da cavalaria ao iniciar a guerra Franco-Prussiana: “Senti pela primeira vez que a mais forte e mais nobre vontade de viver não encontra expressão em uma miserável luta pela existência, mas em uma vontade de guerra, uma vontade de poder, uma vontade de dominar”.
Para ele, o poder no sentido primário é a capacidade de fazer com que as pessoas façam o que queremos e é parte dos instintos humanos. Nietzsche vai muito mais além desse simples conceito e colocou outro termo: “vontade” de poder.
Pensando friamente e pela lógica da existência da vida, se não existe Deus, qual o sentido da vida? Já que se constitui de sofrimento e luta? Para ele e em concordância com seu mestre Schopenhauer, o ser humano possui uma força irracional, que ele denominou de vontade.
No entanto, ao contrário de Schopenhauer, Nietzsche pensa como Aristóteles, isto é, para ele a realidade não tem nada que não possamos ver, sentir, tocar, isto é, a realidade é este mundo e somente essa passagem da nossa vida que nos resta, nada de além da vida ou outra vida, é isso aqui e acabou e por isso, como pensa o Marques de Sade, devemos viver nele com plenitude.
Dessa forma existem dois tipos de homens, os fracos, cuja virtude é típica de escravos: abnegação, auto sacrifício, colocar a vida a serviço dos outros porque não deseja nada além do conforto e satisfação.
Os fortes “Übermensch”, os que dominam são superiores, não porque nasceram assim, mas se tornaram dominadores. O forte de dominador experimenta a vida com maior intensidade e profundidade do que a humanidade comum cria seus próprios valores e suas regras com rigor intelectual, honestidade consigo mesmo e vivem o real, não o ideal ou o imaginário, mas sim a prática, a experiência, ao invés de mero conforto de ficar somente no plano das ideias. Ele procura alegria, não se conforma com pouco, pelo contrário, ele vai conquistando e dominando, inclusive na questão sexual, ele possui o outro para si completamente.

Conclusão: Aquele que é forte para Nietzsche ama a vida e está no mundo real para dominar os que são fracos no último grau: ele quer todas as coisas, incluindo a sua própria vida, e até mesmo a vida daqueles que ele despreza.
Por Senhora do Castelo.

Quando eu estou quase no Domspace



Porque eu surro minhas cadelas? Existem muitas dúvidas quanto ao meu sadismo. Sempre fui sádica, dominante e depois que vem um homem com desejos fortes de se feminizar, eu radicalizo para valer, se vai ser minha mulherzinha, minha putinha, tem que ser de fato, com hormônios femininos, sem ereções e muito menos masturbação, eca.
Depois de eles chegarem depilados, com suas bundas sedentas para oferecer-me, fazendo-se de putinhas como minhas vadias, eu mando me agradar de todas as formas, nem preciso pedir mimos e até os instrumentos utilizados, pois eles me dão tudo, hospedagem, as refeições, café de manhã com massagem nos meus pés, enfim, tudo que uma rainha merece e pode obter.
Quando eu falo que serão punidas com chicotadas, aí vem a clemência. Hahahaha. Porque Senhora? Eu mereço isso, já sofro tanto na minha vida, vou ter que apanhar?
Olho firmemente em seus olhos, normalmente baixos e dou-lhe uma bofetada para cair aos meus pés e falo: - Você não questiona, obedece. Não quer ser mulher de Rainha sádica? Eu odeio mulheres, principalmente submissas como você. Elas não se sustentam, são extremamente chatas, não buscam conhecer mais do que a cor do esmalte que usam e ainda são invejosas, falsas e frágeis. Eu tenho vocês para serem minhas marionetes, minhas cadelas, e meu sadismo está fazendo minhas mãos se aquecerem.
Depois de explicar para esses seres rastejantes e totalmente inúteis, eu pego meu chicote e começo a saraivada de surra. Nossa como meu clitóris fica ereto nessa hora e preciso me conter para não entrar num Domspace. Não sou pequenina, sou grande e um trample com vontade nessas vadias pode gerar muito tesão ou até uma fratura hehehehe, depois é claro, tortura naquilo que eles pensam que usam, sacos e pênis, uauuu... Ball Busting para valer e sem safe-word e para batizar, depois de marcas e urrando por clemência, minha chuva dourada e deixar lá, jogados no chão, mijados e sofrendo que se mais uma vez vier rastejando e implorando minha atenção, mas agora, sem perguntas de porque sou sádica.

Por Senhora do Castelo

A super estrutura e a infra



A psicologia social mostrou o que eu sempre acreditei que os indivíduos são considerados um organismo biológico que interage no meio físico, sendo que os processos que ocorrem dentro dele são as causas de seu comportamento.
Cada indivíduo traz consigo tais processos psíquicos que somente podemos conhecer através do que ele consegue passar através de seus atos, cultura e vontades, mas fundamentalmente é um ser que necessita de outros para sobreviver, não se reproduz sozinho e através de sua infraestrutura, isto é, suas necessidades básicas, cria a superestrutura, as idéias sendo um ser histórico-social e a psicologia social nasceram para servir a classe dominante.
Posto isso, eu percebi que eu sou a classe dominante, sim caros escravos e cadelas, eu sou quem domino e posso usar dos meus atributos para reconstruir meu reino, sendo dominante e tendo lacaios submissos desejosos de sentirem-se encoleirados, mas aqui vai uma grande advertência, agora eu seleciono com mais critérios os que poderão ficar sob meu julgo, somente os que tiverem capacidade de se sacrificarem em prol as minhas necessidades, pois sem dor, sem ganho.
Explicando melhor, não é dor física que estou falando, já que levar chicotadas de uma Rainha como eu é só ganho, não é? Quando falo isso me refiro à entrega sabendo que eu terei apenas aquele momento com o escravo, horas, um dia, um fim de semana e depois cada qual vai para suas vidas. Tudo bem, assim é a superestrutura.
O que eu percebo é que cada escravo não quer perder nada, não quer abrir mão de nada e somente beber do meu conhecimento e dominação e não é por aí, se sou Rainha e preciso manter-me como tal, é necessário que o escravo se dedique a isso e por isso existem tributos, mimos, não sou profissional, pelo contrário, mas o que deve ser uma troca justa, tem que partir do meu escravo, ou não é meu?
Eu estou bem assessorada e com mais bagagem para dominar, mais recursos e mais necessidades. Nos momentos de dominar, quero alguém a minha altura, quero escravos libertos de algemas e amarras do seu passado ou de suas vidas mundanas, pois eu já largue minha vida baunilha há muitos anos, décadas na verdade, só preservo minha vida profissional e eu darei na mesma moeda, suas vidas profissionais serão resguardadas, mas as entregas terão que ser mais íntegras, sem mentiras, desculpas ou medos, pois se eu estou falando que sou o que está postado aqui, leram e viram que eu sou, e sabem que somente eu poderei atender os seus desejos e necessidades.
A propósito, hoje tenho outros tipos de necessidades e preciso saber se meus escravos são capazes de atender tudo que pedir e desde já quero avisar os novatos que, descartar pessoas inócuas está sendo muito mais fácil do que antes, pois agora eu compreendo bem que existe uma troca desigual nos nossos encontros, pois eu dou o prazer e recebo quase nada.
Por Senhora do Castelo.

Justiça no Castelo.


Uma das coisas que aprendi nessas décadas todas de dominação é que eu busco a justiça e trago essa palavra de Aristóteles, que fala sobre trocas iguais. Todos sabem que sou sádica e que respeito todos os limites e porque não dizer, o desejo de cada escravo que entra em minha senzala. Para tanto eu necessito de muitas coisas que são invisíveis aos que leem esse blog, coisas de bastidores que agora preciso falar.
Sempre me falaram porque nunca fui para o lado da dominação profissional e a resposta é curta: Sou sádica por natureza e faço somente o que eu quero, mas pensando nisso, eu também faço o que todos querem: Serem subjugados, invertidos, humilhados, surrados e submetidos as mais cruéis torturas psicológicas, além de sentirem realizados, satisfeitos e com todo prazer que buscaram em mim.
O que eu estou sentido nesse exato momento é que existe algo que eu saio perdendo nessa troca de prazeres, pois para que eu seja uma dominadora como todos sonham, eu abro mão de minha carreira, família e gasto muito em estudos, viagens, preparativos, embelezamento e hospedagem, já que a maioria mora confortavelmente em seus lares bem longe de mim, dentro de suas famílias, outros com ex esposas, mas com vínculos de pensão, filhos e por aí vai.
Se estamos falando de justiça, fica evidente que falta muito para sermos justos, não é?
Eu nunca cobrei por sessões, nunca cobrei para acessarem meu blog, que sempre teve o maior nível ético e didático, já que muitos até pedem opiniões, consultas e imploram para que façam com o que eu escrevo no blog.
Felizmente hoje eu posso ver aqueles que estão conscientes da minha posição superior, mais que isso, que veem em mim sua dona real, uma rainha, tutora e que retribuem de forma calorosa todo esforço que faço.
Infelizmente eu vejo também os que só pensam em seu prazer, já que está tudo prontinho, né? Rainha bem produzida, cheio de sadismo para saciar a vontade de cada um, textos e roteiros bem elaborados e fico indignada por eles não sentirem a necessidade de que eu receba tributos, mas agora chega de ser tola. Nenhum desses desprezíveis escravos serão tolerados por uma Rainha do meu nível, em um bom tom para entenderem, esses mesquinhos terão tolerância zero, definitivamente.
Eu não vou tolerar na minha senzala os que são fracassados em suas vidas, que se dividem em uma vida baunilha e deixa somente as sobras para saciarem seus desejos em detrimento dos que realmente se comprometem com meu estilo de vida, os meus escravos sempre fiéis e verdadeiros, que dão o que eu preciso para continuar, dessa forma vou levar muito a sério a troca justa, se eu dou tudo que vocês procuram, também quero ser mimada, receber tributos espontâneo, pois sou Rainha e gosto de ter minhas necessidades supridas, ganhar presentes.
Não me comove mais as súplicas de quem se mostra mais interessado no seu próprio bem-estar, na sua vida privada e não se importa em manter uma relação por igual para com sua dona, poxa vida, eu é que sou a dona e muitos vêm falar de seus problemas, suas vidas, suas esposas?
Nada disso. Mais uma coisa, a partir de agora haverá multa como castigo, isso não é algo novo, mas quero deixar claro no blog que eu não estou brincando. Agora eu sou a lei, eu sou a Senhora do Castelo.

Por Senhora do Castelo.

Ter tutor ou ser tutorada. (Torturada?)


Nessas minhas décadas de prática de BDSM eu aprendi uma coisa, nunca sabemos tudo sobre BDSM, estamos sempre aprendendo e o próprio BDSM está sempre em mudança e eu poderia citar o filósofo Heráclito que diz que a verdade nunca é estática, é sempre um devir ou o contemporâneo Raul Seixas: “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante a ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
Tudo que aprendi foi lendo, sentindo e aprendendo com quem sabia mais sobre o assunto.
Nos dias atuais eu posso ser tutora de alguém facilmente, uma dominadora ensinando ou formando outra e modéstia parte, eu não tenho tempo para todos que me procuram, tenho que ter ajuda e até para minhas próprias práticas é necessário mais que uma dominadora.
O fato é quem com tantas novas tecnologias, por exemplo, o aparelho de choque para tortura, os mais diversos meios de dominação virtual e meus conhecimentos técnicos em psicologia abriram um leque de variedades de dominação, que me fez buscar um tutor e com ele conheci que existem mais tons entre o branco e preto, existe os 50 tons de cinza.
Muitos podem querer entender ou questionar o fato de eu ser submetida ao treinamento ou as ordens de um tutor.
Em primeiro lugar ele é MEU tutor, eu não contratei um tutor, eu escravizei um tutor, ele é meu, somente quando eu o libertar ele poderá servir a outro, ninguém mais será tutorada por ele a não ser que eu mande ele fazer isso.
Segundo: Eu quem determino o que ele vai fazer, quando, onde e como. Dessa forma eu não peço ou obedeço, eu mando e aprendo.
Terceiro: Qualquer ousadia dele está implícita que será castigado, severamente, diga-se de passagem, tortura física e psicológica sem safe Word, quer dizer, é uma entrega total (TPE).
Por fim e não somente isso, mas para não me estender muito, tudo que ele me ensina é para eu dominar os outros, ele não é usado por mim, ele me deixa melhor, mais grandiosa, mais poderosa e fica babando ao saber que tudo que ele me ensinou, será para meu prazer e se eu desejar para o prazer do outro.
Ele é meu escravo, ele tem minha coleira e tem que prestar contas para sua dona. Aí de ele me decepcionar.... Ou sorte dele, pois terá uma sessão totalmente gratuita. Não sou sua submissa, não sou subserviente, sou a Senhora da sua vontade. Agora, se ele vai ou não gostar é problema dele, pois eu vou gozar.

Por Senhora do Castelo.

Como uma Deusa você me seduz...


Vamos colocar as coisas em ordem nesse Blog e nas nossas conversas paralelas que tenho com quem o lê, e começo com a letra da música de um filósofo Raul Seixas, não é ironia, ele se formou em filosofia mesmo e se chama “A Maçã”: Se eu te amo e tu me amas e outro vem quando tu chamas. Como poderei te condenar? Infinita tua beleza. Como podes ficar presa que nem santa num altar? Amor só dura em liberdade. O ciúme é só vaidade. Sofro, mas eu vou te libertar...
Pois é gente, estou sendo bombardeada pela minha postura, pelas minhas ideias e por fazer o que Kant disse: “Ouse pensar”. Outros me questionam se acredito em Deus, que devo ter Deus no coração, mas já leram Voltaire? Ele foi o maior crítico a todas as religiões, mas falava: “Não acredito em nada do que fala, mas vou defender até o fim o que pensa” isso sim é que é sabedoria, aceitar as diferenças. Eu sempre fui marxista e a religião sempre foi considerada uma bengala ou um atraso para o desenvolvimento. Sempre fui católica e isso era um conflito na minha vida, fui casada pelo sagrado sacramento, mas o mundo me levou para algo que a igreja não permite e não aceita.
Tenho sido muito mais estável agora que deixo de crer no que sempre tive fé, deixei de ser hipócrita. Não sou casada mais, tenho uma vida mundana e olhando o mundo pela lógica, pela sabedoria. Nietzsche, o maior filósofo contemporâneo nos ensina a nos despir de todos os conceitos e preconceitos, chegando ao nada (niilismo) para construir nossas verdades em estruturas sólidas, verdades concretas e isso inclui as crenças, a religião, Deus e eu fiz isso e recomendo aqueles que vêm em meu “in Box” ficar chorando pelas suas vidas em conflito com suas ex-esposas, com bloqueios em serem minhas fêmeas, que querem ser machos e putinhas na mesma hora e no mesmo espaço... Gente! Tentem retirar os grilhões que estão te prendendo na caverna escura de Platão, venham para a luz, se a luz é Deus... Que Deus? Cristão? Alá? Thor? Ou a sabedoria racional, lógica e concreta? É fácil falar que crê em Deus e divorciar, ter amantes, se vestir como mulherzinha, ser invertida e depois me acusar de ateia...
Outra música que cantam e postam para mim é “Dona”: Não levanto, não me escondo, porque sei que és minha Dona, desses traiçoeiros. Sonhos sempre verdadeiros...
Hoje não sonho mais e acho que meus escravos devem parar de sonhar e ser real, chega de virtual ou de castelo imaginário, estou no terreno aristotélico, tudo deve ser provado, materializado, lógico e por isso vamos ser realistas, gente. Os que me conhecem sabem o quanto eu lutei para manter esse blog e minha vida com os poucos recursos que tenho, agora temos a crise econômica e meus estudos, que saem do meu bolso, na letra diz: “Teus desejos, uma ordem.Nada é nunca, nunca é não...” certamente antes era assim, mas agora meu blog tem que ter especialistas e está sendo difícil mantê-lo e como nunca cobrei nada, jamais me considerei ser pró-domme ou impedir que leiam minhas postagens, o fato é que se eu não receber mimos e doações espontâneas, tudo vai ruir, tudo vai acabar, pois ser culta e atualizada, ser uma rainha e manter um Castelo é necessário receber tributos, como toda rainha e para aqueles que cantam sobre o amor e o poder (música da Rosana), sejam bem vindos e aos que já contribuem, eu só tenho a agradecer com o feedback que consigo dar “Como uma deusa, você me mantém. E as coisas que você me diz me levam além...”

Por Senhora do Castelo.